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Guedes 3 dobras — protocolo validado para brasileiros

2 min de leituraAtualizado em 4 de maio de 2026Plano Pro

O protocolo desenvolvido por Guedes em 1985 foi validado especificamente em populações brasileiras. 3 dobras: subescapular, suprailíaca, coxa.

Dartagnan Pinto Guedes desenvolveu o protocolo em 1985 (publicado em sua tese de doutorado pela UFRGS) porque o Pollock superestimava % gordura em populações latinas. A composição corporal de brasileiros — especialmente distribuição de tecido adiposo em mulheres — diferia o suficiente das populações americanas para justificar uma equação calibrada localmente. Hoje é referência no Brasil e em estudos longitudinais com atletas brasileiros.

Quando usar: brasileiros, especialmente adultos jovens a meia-idade. É o protocolo mais defensável tecnicamente para clientes nacionais. Bom equilíbrio entre simplicidade (apenas 3 dobras) e precisão validada para a população local.

As 3 dobras do Guedes (mesmas para homens e mulheres, equações distintas):

Dobra subescapular — diagonal a 45° em relação à coluna.
Dobra suprailíaca — diagonal, acima da crista ilíaca.
Dobra de coxa — vertical, ponto médio entre prega inguinal e patela.

Limitações: o Guedes original foi validado em adultos universitários brasileiros do sul do país, então pode ter viés em populações de outras regiões com perfis corporais distintos. Para crianças e idosos, prefira protocolos específicos para essas faixas etárias. O Treinei usa as equações originais de Guedes (1985) — não as adaptações posteriores como Petroski.

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